sábado, 14 de março de 2015

DETEÇÃO DO PROBLEMA

 

 
 
As fotografias que observámos na publicação anterior dizem respeito a um problema existente no esgoto de uma moradia.
 
 A falta de desnível dos tubos originou a estagnação das águas e dejetos, o que, por sua vez, gerou refluxo nalgumas zonas de passagem dos tubos e entupimento das sanitas.
 
Um problema desta ordem pode acontecer a qualquer um de nós e nem sempre temos um canalizador disponível de imediato. Devemos, portanto proceder à inutlização do esgoto, utilizando alternativas, (os velhos bacios de guerra ou ir bater à porta dos pais ou dos sogros caso estes residam nas proximidades). Claro que pode sempre continuar a utilizar a sanita, mas deve fazê-lo com a consciência de que estará, certamente, a agravar o problema.
 
O primeiro passo é verificar a causa e a fonte do problema, o que, por norma, implica abrir todas as caixas de presença e utilizar uma guia de desentupimento para tentar desobstruir a canalização. Se conseguir encontrar e resolver o problema desta forma, ótimo. Não gastou dinheiro nenhum e já pode começar a utilizar as sanitas novamente. Caso contrário, o problema pode ser mais grave, sendo necessário chamar um canalizador.
 
No caso destas imagens, o problema era efetivamente o entupimento, mas a falta de desnível impediu que este se resolvesse facilmente. Foi, por isso, necessário desativar toda a estrutura de esgotos existente e fazer uma nova.  E assim foi:
 
Inicialmente, o Bruno Quitério andou a esburacar o chão para encontrar a canalização a desativar, para limpar tudo e retirar os tubos antigos.
 
Posteriormente, andou, juntamente com o canalizador, Sr. Paulo, a estruturar a nova ligação e a abrir buracos para a mesma. Este processo foi moroso, uma vez que, para quem trabalha o tempo é sempre pouco, mas umas semanas depois já estavam a colocar as tubagens, deixando o esgoto a funcionar.
 
É importante ter sempre em conta o desnível para que os materiais escoem com facilidade até ao saneamento.
 
Faltava então tapar e acimentar os grandes buracos.
 
 
Mas quem conhece o Bruno Quitério, sabe bem que as coisas não ficariam por aí...
 
 
 



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